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Poesia brasileira
Armando o Presépio (antologia poética). Organização: Neusa Schwartz.
Antologia poética que representa um Auto de Natal e resgata o clima litúrgico de comemoração natalina.
Arranjo para Cinco Vozes (poesia brasileira), de Ricardo Thomé.
A voz lírica do poeta Ricardo Thomé se manifesta em diferentes vozes: a voz da voz (Em Si Só), a voz confessional (em Dor Maior), a voz do outro (Em Mim Menor), a voz solene (Em Tom Maior) e a voz dissonante (em falsete).
O Branco Improvável, de Augusto Sérgio Bastos.
Obra madura de quem atingiu domínio poético. Na sua travessia, Augusto Sérgio Bastos foi se exercitando na arte de articular palavra e imagem à luz de recursos técnicos, sem perder o vigor do lirismo.
Cabo Frio En-contraste (poesia brasileira), de Hans Hühne (fotografias) e Leda Miranda Hühne (poemas).
Os autores apontam os contrastes que hoje descaracterizam as belezas naturais da cidade.
Cantos Erectos, de Ricardo Máximo. Prefácio: Alfredo Bosi.
Reinventando a linguagem, Ricardo Máximo constrói de uma maneira absolutamente pessoal o seu verso, rigorosamente matematizado, dramaticamente lírico, recheado de desespero mas não se rendendo nunca à condenação da vida e do homem.
Chegança, de Maria Aldice da Silva Attayde. O título da obra poética de Maria Aldice já nos indica o sentido do livro: a festa do amor. Entre os vários significados Chegança refere-se a "dança lasciva do século XVII". Maria Aldice escolheu um difícil tema poético: o amor. Fio condutor que permeia a série de poemas e revela de modo mágico “os caminhos” e “os contextos” de sua vida.
Desentranhamento, de Ana Valls.
O livro explora poeticamente conteúdos humanos, aliando o lirismo ao domínio técnico. É a mulher que fala do amor e ódio.
Encantos e Desencantos do meu Caminho, de Glória Maria de Miranda.
Encantos e Desencantos expressam a sensibilidade da poeta, fruto do seu interior que luta para estar em harmonia com as pessoas, com o mundo, com Deus.
Do Incansável Amor Cantarei, de Margarida Finkel.
É o último livro que abre o conjunto de sua obra reunida. Obra madura de quem foi desvendando o sentido da poesia, do lirismo ao significado social e político.
O Jardim Silencioso, de Leda Miranda Hühne.
Extremamente lírico, presentifica a integração mãe/natureza através de metáforas desencadeadas pelas flores de um jardim.
Naturaleza, Imagens e Versos (antologia poética). Organização: Leda Miranda Hühne. Fotografia: Hans Hühne.
A ecologia tratada de modo estético, através de um ensaio e fotos da flora brasileira e a voz dos nossos poetas: Carlos Nejar, Moacyr Félix, Adélia Prado, Astrid Cabral, Ferreira Gullar, Fernando Py e outros.
Jornal Poesia Viva - Antologias 1, 2, 3 e 4. Vários Autores
Poesia Viva - Antologia 1.
Poesia Viva - Antologia 2.
Poesia Viva - Antologia 3.
Poesia Viva em Revista 4.
Poesia Viva em Revista 2
As Antologias Poesia Viva reúnem poetas de várias tendências estilísticas, que assim revelam o espaço e o tempo da cultura atual. Não há censura ao verso livre ou ao soneto.
De Pedra e de Flor, de Elisa Flores.
Considerações sobre a natureza, a vida e a morte. Através de metáforas, pedra e flor, Elisa mostra o jogo do intelecto e da sensibilidade à luz de vários sentidos.
Por Não Haver Navegado, de Léa Madureira.
O livro reúne nos quatro elementos básicos da natureza o modo de ser e de criar da poeta. Água, Ar, Fogo e Terra. A cada elemento o leitor encontra uma página em branco, para exercitar sua própria criação. Ao ser tocada, mexida, riscada vai configurar o nascimento de um novo livro.
Pulsações (poesia brasileira), de Elisa Flores.
Entre os vários significados de pulsar, os que mais se aproximam deste livro são aqueles que remetem à música e à emoção. Pulsações tange como música, em uma perfeita harmonia de sons, ritmos e palavras.
Sol Nenhum, de Fernando Py.
Sol Nenhum revela a madurez de um poeta que sabe trabalhar tecnicamente seus versos sem perder a força do lirismo. O resultado, uma obra poética de qualidade e beleza estética de raro valor.
Xepa de Feira (poesia brasileira), de Silvia Thomé.
O livro póstumo revela uma poeta que soube através das palavras dar testemunho de si mesma: alguém que lutou para dar voz ao povo e principalmente à mulher.
Teatro
Machado de Assis e o Teatro das Convenções, de Cecília Loyola.
Discute a modernidade das peças machadianas e explora o que parece ser a marca fundamental de Machado de Assis: as convenções sociais, que representamos cotidianamente. Mas o que sustenta este teatro? No palco, sob a ironia do autor, estas convenções exibem o seu ridículo.
Noturno em Vargem das Pedras, de José Paulo Moreira da Fonseca.
A tragédia de Agamenon, líder grego que comandou a Guerra de Tróia, ganha roupagem brasileira nesta versão para o teatro ambientada em uma fazenda de escravos na época da Guerra do Paraguai.
Arte e estética
A Estética Aberta de Mário de Andrade, de Leda Miranda Hühne.
Linguagem, tempo e verdade: na visão de Leda, estes são os conceitos singulares apreendidos na multiplicidade de interpretações estéticas que permite a obra do papa do Modernismo brasileiro.
Páginas de Filosofia e Arte, de Gerd Bornheim.
Em penetrante crítica, Gerd procura a essência do fenômeno artístico não só como forma de produção do belo, mas arte vista enquanto modalidade especificamente humana de criação.
Uma Introdução à Arquitetura (3ª edição), de Silvio Colin.
Indispensável a professores e estudantes de arquitetura, que coloca em linguagem acessível as questões relativas à teoria e prática. Divide-se em 5 partes: o que é arquitetura, os sistemas, a forma, o conteúdo e panorama atual, contém ilustrações originais, uma bibliografia básica e um glossário.
Pós-modernismo. Repensando a Arquitetura, de Silvio Colin. O autor de Uma Introdução à Arquitetura trata do polêmico tema do pós-modernismo. Analisa as principais tendências pós-modernistas: a Arquitetura Pop, o Neopurismo, o Historicismo Abstrato, a chamada Arquitetura Racional ou Tendenza, as práticas revivalistas, o Regionalismo Crítico e as fantasias bizarras, incluindo o Descontrutivismo e a arquitetura da auto-sustentabilidade.
Obras gerais
Drogas, de Leda Miranda Hühne e Maria Braga.
Um trabalho interdisciplinar que não foge do currículo escolar, com depoimentos de educadores e informações sobre drogas.
Fernando Pessoa - O Ocultismo na Ótica Poética (ensaio literário), de André Mesquita.
Fernando Pessoa revelado a partir de seu envolvimento com as ciências ocultas. O autor decifra verso a verso o poema Chuva Oblíqua , no qual Pessoa realiza a transmutação do chumbo em ouro retratando em símbolos mágicos o caminho do indivíduo em busca da iluminação.
Iniciação à Jardinagem, de Úrsula Hühne.
Curso prático de iniciação à jardinagem. Em linguagem simples e acessível, a autora apresenta soluções para os problemas do dia a dia na lida com as plantas.
Qualidade Total e Alquimia, de Miguel Pedro A. Cardoso.
Um antropólogo reflete sobre as aplicações dos conceitos de qualidade no campo administrativo aliado ao processo de Alquimia interior. O que significa uma mudança na qualidade de relacionamento no trabalho.
Periódicos
Uapê Revista de Cultura. Vários Autores
Criada com a finalidade de divulgar a cultura brasileira de modo crítico e criativo, a revista publica textos que abordam temas e pesquisas sobre nossas raízes.
UAPÊ Revista de Cultura 1.
UAPÊ Revista de Cultura 2.
Revista de Filosofia SEAF. Vários Autores
Publicação da Editora Uapê em co-edição com a Sociedade de Estudos e Atividades Filosóficas do Rio de Janeiro (SEAF). Nasceu da necessidade de criar um espaço para o debate filosófico e a reflexão crítica dos problemas atuais.
Revista de Filosofia SEAF 1. Revista de Filosofia SEAF 2. Revista de Filosofia SEAF 3.
Revista de Filosofia SEAF 4.
Revista de Filosofia SEAF 5.
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