Revista de Filosofia SEAF

A Revista de Filosofia SEAF é uma publicação da Editora Uapê, em co-edição com a SEAF do Rio de Janeiro. Nasceu da necessidade de criar um espaço para o debate filosófico e a reflexão crítica dos problemas atuais.

"O objetivo fundamental de toda revista, como de todo escrito de natureza filosófica, está em ser ela a expressão de determinada pesquisa." GERD BORHEIM

Revista SEAF nº 03 - 2003

Homenagem a Gerd Bornheim através de artigos de colegas e pensadores de universidades brasileiras.

Os textos de Antônio Carlos Alves, Elena Garcia, Ernildo Stein, Leandro Konder, Leda Miranda Hühne, Luigi Bordin, Hilton Japiassu, Marilena Chauí e Olinto Pegoraro mostram Gerd como um pensador que refletiu os problemas do seu tempo, num âmbito universal, sem se prender a fundamentos absolutos.

Grande mestre, esteta, acolhia os amigos de modo hospitaleiro.

Em destaque na revista: a profética conferência "A inexorabilidade da Morte" ; duas entrevistas, praticamente inéditas, em que discute a questão da arte hoje e o sentido do descobrimento; o discurso que pronunciou no dia da entrega da medalha de honra ao mérito na Câmara dos Vereadores.


Sumário:
  • A inexorabilidade da morte (Gerd Bornheim)
  • A experiência de pensar (Antônio Carlos Alves)
  • Um mestre, um concurso (Elena M.Garcia)
  • Bornheim, um filosofo entre a filosofia e a cultura (Ernildo Stein)
  • Meu orientador, Gerd Bornheim (Leandro Konder)
  • Gerd Bornheim, um sábio da atualidade (Leda Miranda Hühne)
  • Lembrando Gerd Bornheim, a dialética e o teatro de Brecht (Luigi Bordim)
  • Ciência e aventura humana (Hilton Japiassu)
  • Ética, violência e niilismo (Marilena Chauí)
  • O começo do Filosofar (Olinto Pegoraro)
  • Revista SEAF nº 02 - 2002

    Abre com a pergunta do professor Hilton Japiassu: Filosofia, para quê?

    Olinto Pegoraro mostra a necessidade de se discutir hoje a questão bioética.

    Maria Célia M. de Moraes reflete sobre os sérios prejuízos do recuo da teoria no campo da pesquisa em educação. Maria do Carmo B. de Faria analisa a virtude da prudência, como meio indispensável para o homem chegar a ser verdadeiramente ético. Ricardo Jardim Andrade faz uma excelente crítica à teoria do riso, de Henri Bergson e Joaquim Carneiro Monteiro, analisa o problema da filosofia budista no Japão contemporâneo.


    Sumário:
  • Filosofia, para quê? (Hilton Japiassú)
  • Filosofia terapêutica, educação de resultados e o ethos neodarwinista dos dias atuais (Maria Célia M. de Moraes)
  • Bioética e Filosofia (Olinto Pegoraro)
  • A prudência (de Maria do Carmo B. de Faria)
  • A significação do cômico no pensamento de Henri Bergson (Ricardo Jardim Andrade)
  • O problema da filosofia budista no Japão contemporâneo (Joaquim A. B. Carneiro de Monteiro)
  • Revista SEAF nº 01 - 2000

    O artigo de Maria Célia M. de Moraes e Celso Carminati faz uma retrospectiva dos 25 anos de caminhada da SEAF. Suas lutas e avanços no campo da cultura brasileira.

    E constam ainda na revista, ensaios dos professores Dirce Solis, Olinto A. Pegoraro, Vera Portocarrero e outros.


    Sumário:
  • A razão de ser de uma revista (de Gerd Bornheim)
  • SEAF: A filosofia sem medo (Maria Célia M. de Moraes e Celso João Carminati)
  • Uma ética mínima (Olinto Pegoraro)
  • Algumas considerações sobre a teoria política da justiça de John Rawlz (Dirce Eleonora Nigro Solis e Sydney Sérgio F. Solis)
  • O pós-moderno no campo da insignificância (Francimar Duarte Arruda)
  • Sobre o conceito de crítica romântica em W. Benjamim (Antonio Castro Alves)
  • A estética de Mário de Andrade (Leda Miranda Hühne)
  • Vitalismo e constituição da biologia (Vera Portocarrero)
  • O sentido da arte médica na Grécia clássica (Renato Bonfatti)
  • Duração e temporalidade: Bergson e Heidegger (Maria Luiza P. F. Landim)
  • O pessimismo como tônico da existência (Selmo Gliksman)
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