| Revista de Filosofia da SEAF - Índice das edições
Nº 4 - Novembro 2004, Tema: A Estética
Sumário
Estética e Modernidade, de Antonio Castro Alves
Verdade e Beleza: Schiller e o problema da escrita, de Ricardo Barbosa
A Poesia como arte imaginária de interpretação da natureza: Um ensaio introdutório à filosofia de arte em Hegel, de Márcia Gonçalves
Idéias estéticas do jovem Marx, de Leandro Konder
Nietzsche e a fisiologia da arte, de Rosa Dias
Heidegger: Estética e hermenêutica, de Leda Miranda Hühne
Desconstrução em arquitetura e hospitalidade: Uma abordagem a partir de Derrida, de Dirce Eleonora Nigro Solis
Dogville e o simulacro na arte contemporânea, de Vera Terra
A escultura e suas medidas: Vasco Prado, de Gerd Bornheim
Entrevista com Ferreira Gullar
Nº 3 – Outubro 2003, homenagem a Gerd Bornheim através de artigos de colegas e pensadores de universidades brasileiras
Os textos de Antônio Carlos Alves, Elena Garcia, Ernildo Stein, Leandro Konder, Leda Miranda Hühne, Luigi Bordin, Hilton Japiassu, Marilena Chauí e Olinto Pegoraro mostram Gerd como um pensador que refletiu os problemas do seu tempo, num âmbito universal, sem se prender a fundamentos absolutos. Grande mestre, esteta, acolhia os amigos de modo hospitaleiro.
Em destaque na revista: a profética conferência "A inexorabilidade da Morte" ; duas entrevistas, praticamente inéditas, em que discute a questão da arte hoje e o sentido do descobrimento; o discurso que pronunciou no dia da entrega da medalha de honra ao mérito na Câmara dos Vereadores.
Sumário
A inexorabilidade da morte, de Gerd Bornheim
A experiência de pensar, de Antônio Carlos Alves
Um mestre, um concurso, de Elena M.Garcia
Bornheim, um filosofo entre a filosofia e a cultura, de Ernildo Stein
Meu orientador, Gerd Bornheim, de Leandro Konder
Gerd Bornheim, um sábio da atualidade, de Leda Miranda Hühne
Lembrando Gerd Bornheim, a dialética e o teatro de Brecht, de Luigi Bordim
Ciência e aventura humana, de Hilton Japiassu
Ética, violência e niilismo, de Marilena Chauí
O começo do Filosofar, de Olinto Pegoraro
Nº 2 – Novembro de 200, que abre com a pergunta do professor Hilton Japiassu: Filosofia, para quê?
Olinto Pegoraro mostra a necessidade de se discutir hoje a questão bioética.
Maria Célia M. de Moraes reflete sobre os sérios prejuízos do recuo da teoria no campo da pesquisa em educação. Maria do Carmo B. de Faria analisa a virtude da prudência, como meio indispensável para o homem chegar a ser verdadeiramente ético. Ricardo Jardim Andrade faz uma excelente crítica à teoria do riso, de Henri Bergson e Joaquim Carneiro Monteiro, analisa o problema da filosofia budista no Japão contemporâneo.
Sumário
Filosofia, para quê? de Hilton Japiassú
Filosofia terapêutica, educação de resultados e o ethos neodarwinista dos dias atuais, de Maria Célia M. de Moraes
Bioética e Filosofia, de Olinto Pegoraro
A prudência, de Maria do Carmo B. de Faria
A significação do cômico no pensamento de Henri Bergson, de Ricardo Jardim Andrade
O problema da filosofia budista no Japão contemporâneo, de Joaquim A. B. Carneiro de Monteiro
Nº 1 – Novembro de 2000
O artigo de Maria Célia M. de Moraes e Celso Carminati faz uma retrospectiva dos 25 anos de caminhada da SEAF. Suas lutas e avanços no campo da cultura brasileira.
E constam ainda na revista, ensaios dos professores Dirce Solis, Olinto A. Pegoraro, Vera Portocarrero e outros.
Sumário
A razão de ser de uma revista, de Gerd Bornheim
SEAF: A filosofia sem medo, de Maria Célia M. de Moraes e Celso João Carminati
Uma ética mínima, de Olinto Pegoraro
Algumas considerações sobre a teoria política da justiça de John Rawlz, de Dirce Eleonora Nigro Solis e Sydney Sérgio F. Solis
O pós-moderno no campo da insignificância, de Francimar Duarte Arruda
Sobre o conceito de crítica romântica em W. Benjamim, de Antonio Castro Alves
A estética de Mário de Andrade, de Leda Miranda Hühne
Vitalismo e constituição da biologia, de Vera Portocarrero
O sentido da arte médica na Grécia clássica, de Renato Bonfatti
Duração e temporalidade: Bergson e Heidegger, de Maria Luiza P. F. Landim
O pessimismo como tônico da existência, de Selmo Gliksman
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